segunda-feira, 30 de maio de 2011

Ódio de uma noite só

Meu ódio é fruto incessante
Nasce perante a dor
Junto do coração exasperado
Que traz esse torpor

Não posso conter
A vontade de matar
E destruir
Tudo o que odeio
Afim de me satisfazer...
Ver sangue no ar

Minha vontade é mórbida
Lúgubre e fúnebre
Meus desejos de ódios
Transformam-se
Em um lobo sedento por sangue
Numa noite sombria
Devora sua presa sem misericórdia
Como na epopeia  nórdica
O mais fortes dos deuses encontra seu fim...

2 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

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  2. Creio eu, então, que compreende minha insensata imaginação de imaginar torturas oblíquas e aleatórias de pessoas das quais não fazem parte do meu círculo de cultivo.
    Então, faço de suas palavras, minhas.

    "Meus desejos de ódios
    Transformam-se
    Em um lobo sedento por sangue
    Numa noite sombria
    Devora sua presa sem misericórdia
    Como na epopéia nórdica
    O mais fortes dos deuses encontra seu fim..."

    - Eu disse que seguiria.
    Até mais.

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