Nasce perante a dor
Junto do coração exasperadoQue traz esse torpor
Não posso conter
A vontade de matar
E destruir
Tudo o que odeio
Afim de me satisfazer...
Ver sangue no ar
Minha vontade é mórbida
Lúgubre e fúnebre
Meus desejos de ódios
Transformam-se
Em um lobo sedento por sangue
Numa noite sombria
Devora sua presa sem misericórdia
Como na epopeia nórdica
O mais fortes dos deuses encontra seu fim...