terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Sem Sono

Noite incessante
Carrega-me com você
Por meus olhos
Que não se fecham
Deixam-me a mercê

Noite para pensar
Olhar para o escuro
Sentir-se envolto
Diante de sua cobiça
Sentir-se maduro

Noite de rua obscura
Silenciosa e reclusa
Para ficar atrás do muro
Embora não haja luz na rua
Sinto-me seguro

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