quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Memórias de um Carnaval - Parte II

(..)rodeado pelas sombras de uma noite chuvosa , via seu sonho escorrendo como cada gota de chuva que batia na janela do ônibus , era algo passageiro nada mais , entretanto estava envolto de seus próprios sentimentos , aqueles que jurava jamais ceder... A cada vulto que se observava sentia-se sozinho , preso em sua própria prisão , encontrava-se diante de sua própria questão , porém a mesma sempre pensava , mas não sabia responde-la. (...)

Sombra que cerca o chão
Se espalha pela parede
Transforma-se em rede
Torna-se prisão

Noite que é bela
Sutil e discreta
Surge pela janela
Inspira o poeta

Seus poemas escreve
junto ao teu pensamento
Tua sombra,tua inspiração.
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O Homem é refem do seu instinto
Um fato absoluto
Preso a seu pensamento
Desde velho , desde o nascimento
Filho de seu produto.

Preso a seus instintos está
Ele não os pode deter
Seus pensamentos,seus desejos
Deixar de ser refém? nunca conseguirá !

Prevalesce sua natureza
Seu sentimento profundo
Sua mais pura fraqueza
Oh! Pobre vagabundo
Deixar de ser refém nunca conseguirá !

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